
Para o governo federal é uma dura realidade. O país está produzindo e exportando menos, ao passo que está trazendo um volume maior de automóveis importados.
Só em relação ao México e Argentina, países que mantêm acordos comerciais com o Brasil, o volume vendido aqui representa 60% do total importado.
A situação se agravou mais devido a crise mundial e a estratégia da marcas de utilizarem a Argentina como plataforma de produção para o mercado brasileiro.
Já o México envia modelos que são ofertados também aos americanos, tendo a possibilidade de atuar em dois mercados bem distintos.
As montadoras correm para aumentar a produção e baixar o déficit da balança comercial, mas a tendência é de aumento das importações de automóveis até que a indústria consiga novamente exportar, o que está sendo bem difícil no momento.
Fonte: Folha de São Paulo.